A origem
Dois nomes, uma marca
A DeRossi nasceu de Henrique Delorensi e Igor Rossi. Dois sobrenomes fundidos numa assinatura — e um desafio entre os dois que virou linguagem: reconstruir um carro em lâminas de aço empilhadas.
Reler, não reproduzir. Cada peça é uma leitura autoral do ícone, feita de cortes no tempo — com liberdade de design onde a linha pede.
Entre uma lâmina e outra, o vazio faz parte da forma. É o intervalo de ar que dá movimento à silhueta parada — a peça muda conforme quem olha se move.

Como nasce
Desenho, corte, tinta, pilha.
Cada lâmina é uma seção do carro. Nasce como contorno na tela, sai da chapa no laser, recebe a tinta pendurada na cabine e só entra na pilha depois de ter a aresta rebarbada à mão.




A peça
Aço em cima, cabine embaixo
Cada escultura é o ícone reconstruído em aço laminado, sobre uma base que traz a cabine para fora: couro escuro, costura, gravação.
Lâminas
Dezenas de lâminas de aço cortadas a laser, empilhadas com vãos de ar iguais. As bordas usinadas acendem sob a luz — a assinatura visual da casa.
Anéis
No lugar de rodas, anéis vazados de alumínio polido — cilindros ocos, de centro aberto. O único elemento brilhante da peça.
A base
O corpo flutua sobre aço escovado escuro, apoiado apenas nos anéis. Assento em couro ou microssuede, com costura tom-sobre-tom — ou na cor original do carro.
Gravação
Marca, modelo e unidade gravados em aço, preenchidos a bronze. Cada peça é uma entre poucas: 07/25 é 07/25 para sempre.
Escalas
Da mesa ao piso
Quatro escalas, do 1:16 que cabe na estante ao 1:2 que ocupa o piso. A escada é de tamanho — nunca de qualidade: o 1:16 tem a mesma base de couro, a mesma gravação e o mesmo ritual do 1:2.
Mesa, estante, presente. A menor da casa — mesmo ritual, menos espaço.

Mesa, prateleira. A porta de entrada da coleção — e o presente definitivo.

Estante, escritório. A peça que organiza a sala ao redor dela.

Aparador, piso. Presença de ambiente.

Mesma peça. Outro espaço.
Cada peça é feita por reserva, em unidades contadas.
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